TODAS AS NOSSAS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Coletivo Perifatividade - 26 de agosto (quarta) - 19h30




Coletivo Perifatividade - 26 de agosto (quarta) - 19h30

Entrada Gratuita

O Coletivo Perifatividade é um grupo de poetas, educadores, produtores culturais, músicos oriundos da região do Fundão do Ipiranga, especialmente dos bairros que o compõe: (Jardim Clímax, Parque Bristol, Jardim São Savério, Jardim Maristela, Boqueirão, Heliópolis, entre outros). O Coletivo está atuante desde 2008, pois o mesmo descende dos fundadores do Núcleo Poder e Revolução que exercia suas atividades no Maloca Espaço Cultural, mas a primeira atividade como Coletivo atual foi em 2010, no CEU Parque Bristol.

Desde então, passaram as atividades no Jardim Clímax (Bar da Dona Maria), até se estabelecer no reduto boêmio e cultural atual, o Bar do Boné, na Vila das Mercês. Além deste Sarau, realizam os encontros no CEU Parque Bristol, nas favelas dos bairros do fundão, escolas, MSE’s, abrigos e qualquer outro lugar onde possamos conhecer e interagir com a música, a reflexão e o incentivo à leitura e criação literária.

Em 2011, contemplado pelo VAI – Valorização de Iniciativas Culturais da Secretaria Municipal de Cultura, o Coletivo Perifatividade lança a sua primeira obra: Antologia – Coletivo Perifatividade, com 36 autores participantes e um CD com artistas e poetas da região, sendo lançado em vários Saraus. Participou da Virada Cultural 2012 (juntamente com Sarau dos Mesquiteiros e Projeto Marginaliaria).

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Espetáculo Teatral - As Bruxas de Salem - 9 de julho (quinta) - 20h


Espetáculo Teatral - As Bruxas de Salem

9 de julho (quinta) - 20h

Entrada Gratuita

Censura: 14 anos

Sinopse: Os trágicos acontecimentos ocorridos em Salém no final do século XVII foram a inspiração de “As Bruxas de Salém”, peça escrita por Arthur Miller em 1955. Esta obra é tida como uma metáfora da “caça às bruxas” que o próprio Arthur Miller sofreu no fim da década de 1940 com uma repressão á atores, diretores e roteiristas. A histeria coletiva, retratada na peça, foca no medo e num pensar dicotômico da realidade: bem e mal; Deus e o demônio; alinhados e desalinhados; o ocidente e o resto do mundo… A identificação do mal dá ao homem a “certeza” de fazer parte do bem… e o Drama (re)começa…