TODAS AS NOSSAS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS!

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Festa Junina no CEU Jaçanã: Sucesso Total!

Nossa Festa Junina no dia 12 de junho expressou o empenho coletivo dos diferentes segmentos. Foi um sucesso!

Com público estimado em 4000 pessoas que prestigiaram nossa variada programação com: os  alunos que participam das Oficinas Culturais - Ballet, Violão e Capoeira e  os grupos musicais da nossa região.

Quadrilhas reinventadas com o ballet, as apresentação dos grupos de Dança de Salão e dos músicos sertanejos,  deram o tom animado e requintado ao evento,  que possibilitou um harmonioso convívio com um público variado. 




Agradecemos a todos funcionários, pais e comunidade pelo envolvimento e participação! No próximo ano tem mais!



sexta-feira, 13 de maio de 2011

5 vantagens da escola com atividades no contraturno.



Porque contar com, um programa de esportes e cultura dentro do colégio do seu filho é positivo

Esportes e lazer ocupam o tempo ocioso e desenvolvem habilidades importantes.


Abril.com.br  

O que fazer com as crianças e os jovens depois - ou antes - da escola? Essa é uma dúvida que atinge muitos pais. Principalmente os que trabalham fora e não têm tempo para pajear os filhos no chamado contraturno, o período oposto ao da escola. Divididos entre as obrigações da vida e as obrigações de pais e de mães, eles têm de se virar nos 30 para conseguirem proporcionar lazer e cultura aos filhos. O resultado? Nem sempre as crianças têm oportunidade de fazer os cursos extracurriculares como balé, natação, música, xadrez, futebol, vôlei, etc, etc...

Na rede pública, os CEUs, em São Paulo, cumprem este papel, oferecendo atividades esportivas e culturais gratuitas no contraturno, não apenas para seus alunos, mas também para os estudantes da rede municipal e estadual de ensino e a comunidade de forma geral. "Tem também atividades de lazer, das quais eles podem participar sem inscrição, como pingue-pongue, xadrez, exposições de pintura e uso livre de algumas quadras também", conta Jamir Cândido Nogueira, gestor do CEU Jaçanã, supervisor escolar efetivo da Rede Municipal de Educação e mestre em educação pela FEUSP. "Os alunos podem passar a tarde toda na escola se quiserem, sempre contando com orientação de profissionais especializados."


Também pensando em suprir esta necessidade, o colégio Albert Sabin criou o Programa Sabin+Esporte&Cultura;, um pacote de atividades oferecidas pela escola - e sem custo adicional - agrupadas em horários fixos, sempre após o período regular. "O tempo das atividades pode variar de 45 minutos a 1h30 minutos, duas a três vezes por semana, dependendo da grade escolhida por pais e alunos", explica José Roberto Ramalho Pinto, coordenador pedagógico do Programa Sabin+Esporte&Cultura;.


Conheça a seguir as vantagens das escolas que oferecem atividades no contraturno.


Melhora o rendimento escolar


"As atividades após o período de aula contribuem para ampliar e diversificar os objetivos das aulas curriculares", afirma José Roberto Ramalho Pinto, coordenador pedagógico do Programa Sabin+Esporte&Cultura;. O gestor do CEU Jaçanã, Jamir Cândido Nogueira, concorda. "A gente sente empiricamente que o rendimento dos alunos aumenta. Há melhora da concentração e no processo de aprendizagem."


Supre as necessidades extracurriculares alunos


Praticar esportes e desenvolver habilidades artísticas e culturais é importantíssimo para o desenvolvimento integral do aluno. "Nós consideramos estas atividades como um complemento curricular, é algo que enriquece o ser humano", afirma Jamir Cândido Nogueira, gestor do CEU Jaçanã, Supervisor Escolar efetivo da Rede Municipal de Educação e mestre em educação pela FEUSP.

Dá tranquilidade aos pais

Os pais podem trabalhar tranquilos, sabendo que os filhos estão praticando as atividades dentro da escola, que é um espaço seguro e acolhedor. Isso sem contar a comodidade de não precisar levar e buscar as crianças em vários lugares diferentes. "Os pais poderão se programar em cima dos horários dos filhos, que são pré- estabelecidos", ressalta José Roberto Ramalho Pinto, coordenador pedagógico do Programa Sabin+Esporte&Cultura;.

Favorece um melhor aproveitamento do tempo ocioso


Em vez de ficar em casa assistindo televisão ou na rua, sujeito a riscos sociais, o aluno aproveita o tempo na escola para aprender e desenvolver habilidades específicas, como futebol, vôlei, dança, música e artes. "A escola é um local resguardado, e os pais ficam tranquilos sabendo que os filhos têm o tempo ocupado com atividades direcionadas e são orientados por profissionais especializados", afirma Jamir Cândido Nogueira, gestor do CEU Jaçanã.



Forma cidadãos melhores

"Quem pratica esportes desenvolve valores importantíssimos: perseverança, disciplina, cooperação, aquisição de normas de condutas e valores sociais", explica José Roberto Ramalho Pinto, coordenador pedagógico do Programa Sabin+Esporte&Cultura;. "Atividades extras, que juntem corpo, mente e alma, formam um ser integral. O esporte do corpo, a sensibilidade da arte e o exercício racional estão interligados e são indissociáveis. Desta forma, transformamos realidades", complementa Jamir Cândido Nogueira, gestor do CEU Jaçanã.

Por Daniele Zebini
 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Takuma Sato Piloto da fórmula Indy no CEU Jaçanã

Takuma Sato piloto da fórmula Indy e, veio conhecer o CEU Jaçanã e fez uma palestra para os alunos da EMEF CEU Jaçanã.
Ele falou sobre a recente tragédia que ocorreu no Japão e o sofrimento que lá causou. Sua palestra divulgou um programa intitulado “With You Japan” (Com Você, Japão). Este programa foi lançado por ele na organização “Children Mending Hearts” com representação em vários países, e tem como objetivo prestar assistência às crianças vitimas do terremoto.





Com música, Takuma Sato é recebido em escola


O piloto japonês Takuma Sato, da KV Racing Technology, que disputa neste domingo (1º/05) a Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, visitou na manhã desta sexta-feira (29/04) uma unidade do Centro Educacional Unificado (CEU) no bairro do Jaçanã, na Zona Norte da capital paulista. O competidor, que lançou uma fundação para levantar fundos que são destinados a crianças vítimas do terremoto e tsunami que atingiram a costa nordeste do Japão em 11 de março, falou para cerca de 120 estudantes do ensino médio da escola-modelo.


Recebido por integrantes da Secretaria Municipal de Educação e da São Paulo Turismo, além da diretoria do CEU, Sato conheceu toda a estrutura da escola. Visitou algumas salas de aula, falou com alunos, conheceu a biblioteca (que é aberta à comunidade local), as salas de leitura e informática, passou pela quadra poliesportiva e viu a apresentação do coral de estudantes que cantou a música “Hello Goodbye”, dos Beatles, na sala de música.

No anfiteatro e com um intérprete, o piloto pôde se sentir à vontade para falar em japonês. Após um breve vídeo de introdução, Sato falou como começou a correr, arrancou aplausos ao dizer que Ayrton Senna era seu piloto mais admirado, e passou a explicar os terremotos e o tsunami que atingiram o Japão há pouco menos de dois meses.

Interessados, os alunos fizeram perguntas sobre os acontecimentos mas também sobre a Fórmula Indy. Ao final, os estudantes – com idades entre 13 e 15 anos – gravaram em vídeo uma mensagem de apoio às crianças japonesas afetadas pela catástrofe natural.

“Gostei muito de passar uma mensagem aos estudantes. Eles estavam muito interessados, focados”, disse o japonês, que teceu elogios ao CEU. “É uma escola-modelo: limpa, organizada, com vários tipos de atividades como música, leitura, esportes, informática – e tudo aberto à comunidade. Se este é o futuro, eles estão fazendo um excelente trabalho”, afirmou Sato.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Com criatividade, CEU da zona norte inclui deficientes
No Jaçanã, professores improvisam métodos e ajudam alunos especiais
Educadores dizem aprender com garotos; cego, Jean, 17, faz conta de cabeça e já ganha ''moral'' na sala de aula

FOLHA DE SÃO PAULO, 13 de Março de 2011 - Cotidiano C5 

Em meio à balbúrdia do recreio, Matheus, 7, e Luara, 12, saboreiam seus lanches com a ajuda de duas AVEs (auxiliares de vida Escolar).
 
Desde o começo do ano letivo, Rute de Oliveira, 48, e Silvana Fialho, 39, viraram "aves", como são chamadas carinhosamente as duas novas funcionárias do CEU (Centro Educacional Unificado) Jaçanã, na zona norte.

No linguajar técnico, são "facilitadoras". Fazem parte do grupo de 430 auxiliares contratadas neste ano para dar suporte aos 14 mil alunos especiais das 2.480 Escolas municipais de São Paulo.

Colegas da segunda série do ensino fundamental, Matheus Duarte é cadeirante e portador de deficiência intelectual, enquanto Luara Gonzaga teve paralisia cerebral.

"São nossos bebês. Damos comida na boca, trocamos fralda", explica Rute, que fica de prontidão no corredor. À tarde, os "bebês" formam um trio com Vitória, 7, que tem osteogênesis imperfecta, mal conhecido popularmente por ossos de vidro.

"Ela quebrou o fêmur em casa tomando banho e por isso não veio", diz a diretora Vergínia Amorim. "Veja o quão delicada é nossa tarefa."

A Folha acompanhou a rotina de estudantes com diferentes tipos de deficiência no CEU Jaçanã. Dentre os mil alunos, eles são 21 e estão ensinando professores, auxiliares e formuladores de políticas como se dá na prática a inclusão na rede de ensino.


CRIATIVIDADE

"Nunca preparei uma aula para o Jean. Não saberia como. Aprendi com ele", diz Christiane Kushiyama, 52, professora de matemática, referindo-se a Jeanderson Almeida, 17, deficiente visual que é seu aluno há três anos.

Com boa vontade e criatividade, a dupla foi improvisando métodos. Para fazer Jean entender o que era uma raiz quadrada, a professora usou massa de modelar. Os dois estão ficando craques em sorobã, instrumento matemático manual de cálculo de origem japonesa, adaptado para o uso de cegos.

De boné e óculos escuros, Jean interage o tempo todo com a turma. Faz contas de cabeça. "Tem moral", grita um colega lá do fundão da classe, a 8ª B, para um sorridente Jean, diante da resolução de uma equação cheia de colchetes e parênteses.

O aluno peregrinou antes por cinco Escolas públicas. "Não estavam preparados para lidar com o meu filho", relata Roseli Oliveira, 40, mãe de Jean. "Fui muito maltratado em outras Escolas. Os professores me deixavam de lado. Aqui todos me estimulam", conta o adolescente, vítima de câncer nos olhos.

O primeiro ano no CEU Jaçanã foi difícil. Mas a inclusão transformou a vida do garoto. Jean hoje está na mesma turma da irmã de 15 anos. Ajuda os irmãos nos deveres de casa, aprendeu a tocar violão sozinho, participa do coral da Escola e se aventura nos patins.


ADAPTAÇÕES

No início dessa caminhada estão Kaylane Oliveira, 8, e Albert Pires, 8, vítimas de deficiências múltiplas. Companheiros da 2ª série B, eles se sentam lado a lado. Ela, na cadeira de rodas, na qual é acoplado o tampo da carteira, onde repousa o estojo da Barbie. Ele, numa carteira adaptada ao seu tamanho e à sua dificuldade motora.

A professora lê uma historinha que embala o sono da garota. Já Albert se agita com a turma quando a leitura é interrompida com a senha "O que será que vai acontecer?".

A frase cabe bem na boca dos educadores. "Estudamos caso a caso para criar as condições para o aluno especial acompanhar o conteúdo e frequentar a Escola", explica Maria Emilia Oliveira, do Centro de Formação e Acompanhamento da Inclusão.

Estagiários de pedagogia, por exemplo, ficam em sala para dar suporte aos alunos com deficiência intelectual. É o caso de Ezequiel da Silva, 13, na 6ª série, junto com alunos da sua idade, mas em processo de alfabetização.

Uma estagiária lhe passa o conteúdo oralmente. "Ele ainda não sabe ler e escrever, mas já consegue seguir as aulas de geografia", diz a coordenadora pedagógica Elisângela Janoni. "A gente aprende com eles."(ELIANE TRINDADE)

Fonte: Folha de São Paulo (SP)


sexta-feira, 4 de março de 2011

Mulheres, Cultura e Direitos Humanos

08 de março.
Dia internacional da mulher.

Mais uma vez o CEU presta sua homenagem àquelas que, com coração e força, constroem um mundo melhor.

Parodiando Che: Hay que emocionarse, pero sin perder la gana jamás !


19 de março. Um destaque em nossas atividades.

Neste dia o CEU está organizando um Seminário sobre a Cultura na Zona Norte, com objetivo de pôr em contato os grupos, ativistas culturais e demais interessados, para discutirmos juntos sobre as possibilidades de irradiar vários pólos de produção e apreciação de arte na ZN. E também com objetivo de divulgar caminhos para obtenção de financiamento aos projetos.


Este seminário integra um conjunto de atividades que a Gestão do CEU coordenará no último sábado de cada mês, envolvendo arte e cidadania, tendo como público alvo a comunidade em geral, estudantes das escolas ligadas ao CEU e entorno, e ativistas da educação, esporte, cultura e direitos humanos.

Gestor do Ceu Jaçanã